Inteligência artificial generativa e integridade científica

Autores

Resumo

A inteligência artificial generativa tem inegáveis benefícios, mas coloca importantes questões de natureza ética, tais como seu impacto na autonomia e responsabilidade individuais, na inclusão social, na identidade cultural, na segurança, na justa distribuição dos benefícios, na prestação de contas ou mesmo no ambiente. Neste artigo, pretende-se efetuar a ponte entre os inúmeros benefícios da inteligência artificial generativa para a medicina e para sociedade e, simultaneamente, efetuar uma reflexão, com consequentes recomendações, sobre uma inteligência artificial generativa ética, responsável e de confiança, sobretudo no que diz respeito ao modo como se faz ciência e a sua utilização no ensino e na pesquisa com total integridade científica e acadêmica, em um exercício claro de ética tecnológica antecipatória. Trata-se de desafio ético existencial criar regras claras para a utilização responsável da inteligência artificial generativa.

Palavras-chave:

Inteligência artificial, Ética, Integridade científica, Plágio, Pesquisa, Direitos de autor

Biografia do Autor

Rui Nunes, Centro de Bioética da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Porto, Portugal.

Rui Nunes – Doutor – ruinunes@med.up.pt
0000-0002-1377-9899

Sofia B. Nunes, Centro de Bioética da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Porto, Portugal.

Sofia B. Nunes – Doutora – asnunes@med.up.pt
0000-0002-7182-9890

Como Citar

1.
Nunes R, B. Nunes S. Inteligência artificial generativa e integridade científica. Rev. Bioét. [Internet]. 15º de maio de 2026 [citado 15º de maio de 2026];34. Disponível em: https://bioetica.emnuvens.com.br/revista_bioetica/article/view/4063